BLOG TERCEIRA REVISTA
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E um final de semana no hotel de lixo em Roma, será que vale a pena?

12:52
A ação faz parte do projeto Corona Save the Beach – da marca de cerveja de mesmo nome –, que procura conscientizar as pessoas sobre a poluição do litoral europeu. A mensagem sobre a construção do hotel é: “Esse será o futuro dos nossos feriados se não fizermos nada para preservar nossas praias”. A partir de agora, a praia mais votada durante o ano pelo site da iniciativa será a próxima a ser limpa.

A cerveja Corona encontrou uma forma diferente de prestigiar o Dia Mundial do Meio Ambiente (comemorado em 5 de junho). Comissionou o artista alemao HA Schult, conhecido por criar arte usando lixo, para criar o hotel 'Save the Beach'. O hotel tem 2 andares e pode acomodar até 10 pessoas com conforto.

O primeiro hotel do mundo feito completamente com lixo foi inaugurado em Roma, na Itália, localizado no centro da cidade, perto do Castel Sant Ângelo. Os objetos foram retirados de praias da Europa para mostrar o quanto de lixo é jogado na costa do continente.

O projeto é parte de uma campanha para aumentar a conscientização do público sobre a poluição nas praias. O hotel usou 12 mil kg de lixo. A mesma quantidade média jogada por ano em apenas 3 km² de praias europeias.

Porém, o hotel não é feito completamente de lixo - a estrutura é, na verdade, um sistema muito moderno pré-fabricado em uma fábrica alemã. Os painéis da parede de lixo também foram pré-construídos. O empreendimento, porém, é temporário, e só aceita clientes por quatro dias e sem reservas.

Em entrevista concedida à BBC, o criador Shult explica: "É feito de lixo, porque onde quer que você vá neste planeta há lixo. Estamos vivendo em uma época de lixo no planeta que estamos apenas alugando." O choque da experiência é carregado também para o interior, onde os cinco hóspedes que o hotel tem capacidade de alojar são confrontados com artefatos oriundos do lixo incrustados também nas paredes, depois de desinfectados, é claro.

Segundo a modelo dinamarquesa Helena Christensen, uma das primeiras clientes, o hotel é uma notável obra de arte. "Quando você está no interior, tem paredes como haveria em uma casa normal, mas elas são feitas de resíduos inorgânicos" disse Christensen, que também é uma ativista ambiental. O projeto foi uma ótima forma de chamar a atenção para este problema mundial, focando as atenções para esta questão preocupante: o que fazer com todo o lixo produzido pelo planeta? Pode-se dizer que um hotel é um bom começo.
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Fontes de Texto:




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E sobre às novas regras de voos?

13:10

Começa a valer nesta terça-feira (15) a resolução da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que amplia os direitos dos passageiros de avião no caso de atrasos, cancelamentos ou prática de overbooking, quando as empresas vendem mais bilhetes do que a capacidade da aeronave. O texto foi publicado no dia 15 de março e estava previsto para que entrasse entrar em vigor 90 dias após a publicação.
Agora, companhias aéreas estão obrigadas a reembolsar de imediato o valor da passagem no caso de atrasos superiores a quatro horas ou cancelamentos de voo _quando o consumidor solicitar_ , mesmo quando não forem diretamente responsáveis, como em razão de condições climáticas desfavoráveis.
A assessoria de imprensa da Anac afirmou, porém, que as regras valem para qualquer situação, mesmo quando a culpa não for da empresa. Entre as mudanças previstas na nova resolução, a principal se refere ao reembolso imediato aos passageiros que solicitarem. Antes, as companhias tinham até 30 dias para efetuar o pagamento.
“Overbooking é prática realizada na aviação do mundo todo. Consiste na empresa aérea vender mais bilhetes do que o disponível no vôo com base na média de desistência dos vôos anteriores.
No entanto esse sistema não da prejuízo somente a empresa aérea, mas também ao cliente, que mesmo com a passagem confirmada, corre o risco de chegar ao aeroporto e não poder embarcar, devido a empresa ter vendido mais passagens do que tinha disponível naquele vôo.”
A prática de "leilão" no caso de overbooking, quando as empresas dão benefícios aos passageiros que desistam de embarcar, foi regulamentada. Segundo a Anac, se o passageiro ficar satisfeito, as companhias não serão multadas pelo overbooking.
A Anac também obriga que as companhias deem assistência aos passageiros em prazo mais curto. Antes, as empresas só precisavam dar qualquer apoio material, como fornecer acesso a telefone e internet, após quatro horas de atraso ou cancelamento. Com as novas regras, o acesso a comunicação deve ocorrer após atraso de uma hora. Após duas horas, as companhias devem fornecer alimentação. E, depois quatro horas, deve providenciar repouso em hotéis.
A  medida prevê também que a companhia ofereça outro tipo de transporte para completar o trajeto que tenha sido cancelado ou interrompido, desde que tenha a anuência do passageiro. Caso contrário, ele poderá esperar o próximo voo disponível ou ainda desistir da viagem, com direito ao reembolso integral da passagem.



MULTA POR DESCUMPRIMENTO.
As companhias que descumprirem as regras, disse a Anac, podem pagar multas que variam entre R$ 4 mil e R$ 10 mil para cada situação.


REPOSTAS DE ALGUMAS EMPRESAS PARA O SITE DO G1.
A Gol disse que iria cumprir as regras. "A Gol segue rigorosamente a legislação em vigor".

A companhia TAM, no entanto, afirmou que alguns pontos da resolução "geram dúvidas".
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Fonte de Texto:
 Fonte de Imagens:
http://marcelotas.blog.uol.com.br/images/aeroporto_dormem.jpg





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E-commerce - (Comércio Eletrônico)

11:00



“O e-commerce ou em português comércio eletrônico é a compra e venda de mercadorias ou serviços por meio da Internet, onde as chamadas Lojas Virtuais oferecem seus produtos e formas de pagamento online. "...reduzindo os custos das empresas que atuam neste segmento e estimulando a competitividade.'' ( http://www.hospedenet.com.br/info/E-commerce.html
Começo de fato esta matéria com a frase: "O consumidor hoje não precisa entrar mais em uma fila de espera de até três meses para adquirir um carro na cor e com os acessórios que o fabricante determinava". E continuou: "Muitos produtores antes de elaborarem o produto, já focam as necessidades do consumidor que ele deseja suprir." ( http://brunamilagres.wordpress.com/ ).
 Será que os vendedores reais irão sumir do mapa? Pois é, comprar na Internet qualquer coisa pode está virando a "febre" do futuro. Como foi colocado no começo ninguém precisa ficar em uma fila por três meses, ou mesmo minutos que parecem dias. Aquela fila com um monte de gente feia, vendedores que não sabem do que precisamos e estão ali para nos forçar a comprar qualquer coisa e muita coisa em pouco tempo.

“Blumenschein e Freitas (2001) afirmam que, o comércio eletrônico já é realizado há mais tempo que se imagina, mesmo com as pessoas e empresas não estando cientes disto pois ao se fazer uma compra e efetuar o seu pagamento através de caixas eletrônicos, cartão de crédito ou qualquer outro meio digital, essa atividade pode ser considerada como uma forma de comércio eletrônico. Da mesma forma, quando se faz uma encomenda ou se recebe uma encomenda por fax, também se está realizando comércio eletrônico.” ( http://www.consulting.com.br/edsonalmeidajunior/admin/downloads/comercioeletronico.pdf )
 É de fato, que vale muito mais a pena você comprar um cd por R$ 15,00 e ter que esperar no máximo 15 dias para chegar, do que ir à loja mais próxima da sua casa, e comprar por R$30,00. Afinal, o site mais próximo de sua imaginação, vende dos CDs do seu artista preferido por R$30,00, e já na loja vende um por R$30,00. E é de fato também, encontrar produtos bem baratos que por ai na loja real, você encontraria o mesmo por um preço bem mais caro.

A loja virtual sabe exatamente o que você precisa. Praticamente não erra. Sempre tem o que você precisa. Geralmente nunca está em falta. Sempre tem mais um produto a oferecer a quem desejar comprar. O atendimento é ótimo. Ninguém te força a comprar o mais caro, ninguém te engana e você sabe o que realmente está comprando e todas as funções do que você estiver comprando. Na realidade... Os vendedores não estão nem aí para o que você está para comprar eles querem é vender mesmo (pelo menos a maioria).

Cada dia, mas a cada dia mesmo, milhões de pessoas que acessam a internet... Destes, outros milhões estão começando a usar também. E cá pra nós, não existe coisa melhor de você ver o site da sua empresa preferida não é? Imagina quando ela lhe manda e-mails com as novidades, com promoções... Os internautas são o novo público para as empresas. Empresas que não investem neles estão indo pelo caminho errado. É muito bom, você está no meio de uma aula, de um trabalho, de uma reunião ou de qualquer coisa, e de repente você receber um e-mail, um torpedo da sua loja preferida falando de uma promoção, chamando você para ver a nova coleção que chegou etc.
Diga basta, para as empresas que só usam a Propaganda para chamar a atenção dos clientes. Chega de coisas pobres. Exija mais da loja que você compra. O que vale hoje em dia é o bom relacionamento de uma empresa com o cliente. Caso contrário, só vai uma vez à loja e nunca mais volta pra lá. Chamar o cliente para comprar e somente comprar é coisa do passado. Temos que agradar e nos envolver ao máximo com ele.

"Se na minha loja virtual, o consumidor digital comprou um livro sobre Fotografia, porque não enviar e-mails periodicamente sobre ofertas de livros relacionados? Ou até mesmo no lançamento de algum livro sobre “Fotografias urbanas” (ou seja, livro relacionado com sua primeira compra) enviar um e-mail falando sobre o novo livro?" (http://brunamilagres.wordpress.com).

O comércio eletrônico brasileiro fechou 2009 com um faturamento de R$10,6 bilhões, é o que revela a 21ª edição do Relatório “Web Shoppers”, elaborado pela E-Bit. Este montante representa um crescimento de 30% em relação a 2008. Segundo o Relatório “Web Shoppers” da E-Bit, as top cinco categorias de vendas em 2009 foram:

1º Livros e assinaturas de revistas e jornais
2º Saúde, beleza e medicamentos
3º Eletrodomésticos
4º Informática
5º Eletrônicos.

A E-Bit projeta um crescimento de 30% do faturamento do e-commerce brasileiro, o que representa um número de R$13,6 bilhões (excluindo-se vendas de passagens aéreas, automóveis e leilões virtuais) (http://www.conectandoideias.net).
 Algumas das vantagens do E-commerce para uma empresa e para nós consumidores também:

1. A sua rede de loja(s), negócio esta disponível 24 horas 7 dias por semana; (Quem não deseja ter sua loja à 24h a sua disposição?)

2. Conhecimento constante do perfil de clientes, seus hábitos e regularidade de consumos; (Bem, se o site da loja aonde eu compro, tiver a opção de abrir uma conta lá, eles poderão saber do que eu gosto mais de comprar na loja, e assim poderão no futuro, oferecer ofertas que mais me atraem)

3. Rapidez na divulgação de novos produtos ou promoções. (É realmente um tédio você ter que sair de casa a procura de uma promoção ou de novos produtos. Tudo isso num site, facilitaria a vida de muitos que não tem o tempo para sair de loja em loja não é verdade?)

4. Maior comodidade para o cliente. (Sempre queremos saber as novidades de algum segmento, mas nem sempre estamos dispostos a sair de casa).

5. Diminuição dos impostos. (Parte interessante para os empresários. Qual empresário não deseja isso?)
Algumas das desvantagens do E-commerce para uma empresa e para nós consumidores também:

1. Aumento do desemprego.

2. Não conseguimos tocar no produto. [ No caso das roupas a coisa fica mais difícil. Ta certo que você sabe o seu tamanho, mas será que realmente fica bem em você? Ou será que já existe um provador virtual? ]
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Porque investir no E-commerce? Simples! O medo de comprar pela internet está acabando, as pessoas estão adquirindo confiança. E cada dia mais, como aqui foi citado, estão chegando mais internautas. Às vendas estão aumentando e é esperado que a cada ano aumente mais .



10 MOTIVOS PARA VOCÊ ABRIR UMA LOJA VIRTUAL:

01. Baixo investimento.
02. Alcance mundial – ou pelo menos, nacional.
03. Comodidade - a loja nunca fecha – trabalha de segunda a segunda, 24 horas.
04. Especialistas indicam que será uma das principais fontes de dinheiro da Web.
05. As chances de calote são mínimas.
06. A fidelização é grande: se o cliente for bem atendido, for bem atendido, voltará sempre
07. Segurança – clientes escolhem, compram, e recebem produtos sem sair de casa.
08. Facilidades - clientes encontram, rápida e intuitivamente, tudo que procuram.
09. Pagamento e financiamento pela integração das lojas com o ambiente bancário.
10. Baixo custo de manutenção.

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